Assim
Que o dia amanheceu
Lá no mar alto da paixão
Dava pra ver o tempo ruir
Cadê você? Que solidão!
Esquecera de mim
Enfim
De tudo que há na terra
Não há nada em lugar nenhum
Que vá crescer sem voce chegar
Longe de ti tudo parou
Ninguém sabe o que eu sofri
Amar é um deserto
E seus temores
Vida que vai na sela
Dessas dores
Não sabe voltar
Me dá teu calor
Vem me fazer feliz
Porque eu te amo
Você deságua em mim
E eu oceano
Esqueço que amar
É quase uma dor
Só sei
Viver
Se for
Por você
Meus queridos!!!
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Fénix
Eu,
prisioneiro meu
descobri no breu
uma constelação
Céus,
conheci os céus
pelos olhos seus
Véu de contemplação
Deus,
condenado eu fui
a forjar o amor
no aço do rancor
e a transpor as leis
mesquinhas dos mortais
Vou
entre a redenção
e o esplendor
de por você viver
Sim,
quis sair de mim
esquecer quem sou
e respirar por ti
e assim transpor as leis
mesquinhas dos mortais
Agoniza virgem Fênix
(O amor)
entre cinzas, arco-íris e esplendor
por viver às juras de satisfazer
ao ego mortal
Coisa pequenina,
centelha divina,
renasceu das cinzas
Onde foi ruína
pássaro ferido
hoje é paraíso
Luz da minha vida,
pedra de alquimia
Tudo o que eu queria
Renascer das cinzas
Quando o frio vem
nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer
a luz da escuridão
e a dor revela a mais
esplêndida emoção
O amor
[Jorege Vercilo]
prisioneiro meu
descobri no breu
uma constelação
Céus,
conheci os céus
pelos olhos seus
Véu de contemplação
Deus,
condenado eu fui
a forjar o amor
no aço do rancor
e a transpor as leis
mesquinhas dos mortais
Vou
entre a redenção
e o esplendor
de por você viver
Sim,
quis sair de mim
esquecer quem sou
e respirar por ti
e assim transpor as leis
mesquinhas dos mortais
Agoniza virgem Fênix
(O amor)
entre cinzas, arco-íris e esplendor
por viver às juras de satisfazer
ao ego mortal
Coisa pequenina,
centelha divina,
renasceu das cinzas
Onde foi ruína
pássaro ferido
hoje é paraíso
Luz da minha vida,
pedra de alquimia
Tudo o que eu queria
Renascer das cinzas
Quando o frio vem
nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer
a luz da escuridão
e a dor revela a mais
esplêndida emoção
O amor
[Jorege Vercilo]
Toda Espera!!!
É, a paciência
foi pela vida inteira
o meu escudo
quando o mundo
disse:não
A arma branca,as lágrimas de fé
a resistência
é a força da mulher
Se eu ando distraído assim
me deixe só
que eu tô buscando
em pensamento meu amor
E meu olhar distante, deixe lá
que em pensamento
meu amor vem me buscar
Te quero,espero
eu tô te vendo chegar
Te quero, espero
eu tô te vendo chegar
Estrelas que brilham
e já nem existem por lá
Te quero, espero
É, a esperança
é como cristaleira
resiste ao tempo
e as boladas que levou
Mulher que é rendeira
não dá ponto sem nó
bordou no linho
toda espera de um amor
Sou uma seringueira
aberta a te esperar
tô te trazendo
em pensamento só pra mim
Eu bem tava dizendo
e olha lá
pois cedo ou tarde
toda espera tem seu fim
Te quero,espero
eu tô te vendo chegar
Te quero,espero
eu tô te vendo chegar
Estrelas que brilham
e já nem existem por lá
Te quero, espero
[Jorge Vercilo]
foi pela vida inteira
o meu escudo
quando o mundo
disse:não
A arma branca,as lágrimas de fé
a resistência
é a força da mulher
Se eu ando distraído assim
me deixe só
que eu tô buscando
em pensamento meu amor
E meu olhar distante, deixe lá
que em pensamento
meu amor vem me buscar
Te quero,espero
eu tô te vendo chegar
Te quero, espero
eu tô te vendo chegar
Estrelas que brilham
e já nem existem por lá
Te quero, espero
É, a esperança
é como cristaleira
resiste ao tempo
e as boladas que levou
Mulher que é rendeira
não dá ponto sem nó
bordou no linho
toda espera de um amor
Sou uma seringueira
aberta a te esperar
tô te trazendo
em pensamento só pra mim
Eu bem tava dizendo
e olha lá
pois cedo ou tarde
toda espera tem seu fim
Te quero,espero
eu tô te vendo chegar
Te quero,espero
eu tô te vendo chegar
Estrelas que brilham
e já nem existem por lá
Te quero, espero
[Jorge Vercilo]
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Sentimento Estranho!!!
Que dor é essa?
Que sentimento é esse?
Por que choro assim?
Nem te conheço e você fez isso em mim,
Como assim?
Hum
Não posso estar lúcida
Antes fosse uma ilusão
Mas agora se tornou uma prisão
E, nem sei mais o que fazer,
O que dizer
A única coisa que sei é o que sentir.
Sebe de uma coisa
Não vou sufocar esse sentimento
E se por um momento
Você então perceber
Que agente pode ser
Um casal
Um casal ungido por Deus.
Ahh, então ai serei feliz
E sabe mais uma coisa?
Nem sou infeliz
Só me sinto incompleta.
Em quanto isso
Espero correr o risco
De um dia voltar a te abraçar
Enquanto isso manterei a distância
Observando as minhas outras circunstâncias.
Janna Karen
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Na Morada (Vavá Ribeiro)
Quem era a menina cabocla num rosto sereno qualquer
Te fez tão pequeno menino,no leito serviu de mulher
Que tinha a inocência na boca e na barra da roupa um balé
De beijos velou meu destino em cabindas e batucajé
Fez a morada em meu peito
e assim na morada minha cara
Criatura tão festejada
Dentro do coração
Frio e calor nessa estrada
Que vai dá pra bem mais que o sol
Tente apagar meu sol
Sem seu amor não sei nada
O dia ficou mais bonito
Por tantos caminhos cruzei
Segui pelo tempo infinito
Feitiço no olhar viajei
E como num doce castigo
Verdade ou delírios voei
E as asas de um anjo caindo
Seus braços pedindo salvei
Fez a morada em peito
assim na morada minha cara
criatura tão desejada
dentro do coração
frio e calor nessa estrada
que vai dá pra bem mais que o sol
tente apagar meu sol
sem seu amor não sei nada
Na espera se aprende o respirar
Ouvindo o som do silencio e o barulho no ar
O tempo cantando,contando,contendo os badalos do sino sedente
E louco,e logo no mar
Com o templo naufragado é preciso
Como se Freud explica:
Se der pra ouvir com o sorriso
Se morro ou se fico
Não quero saber de juízo
Te fez tão pequeno menino,no leito serviu de mulher
Que tinha a inocência na boca e na barra da roupa um balé
De beijos velou meu destino em cabindas e batucajé
Fez a morada em meu peito
e assim na morada minha cara
Criatura tão festejada
Dentro do coração
Frio e calor nessa estrada
Que vai dá pra bem mais que o sol
Tente apagar meu sol
Sem seu amor não sei nada
O dia ficou mais bonito
Por tantos caminhos cruzei
Segui pelo tempo infinito
Feitiço no olhar viajei
E como num doce castigo
Verdade ou delírios voei
E as asas de um anjo caindo
Seus braços pedindo salvei
Fez a morada em peito
assim na morada minha cara
criatura tão desejada
dentro do coração
frio e calor nessa estrada
que vai dá pra bem mais que o sol
tente apagar meu sol
sem seu amor não sei nada
Na espera se aprende o respirar
Ouvindo o som do silencio e o barulho no ar
O tempo cantando,contando,contendo os badalos do sino sedente
E louco,e logo no mar
Com o templo naufragado é preciso
Como se Freud explica:
Se der pra ouvir com o sorriso
Se morro ou se fico
Não quero saber de juízo
Quando fevereiro chegar
Saudade já não mata a gente
A chama continua no ar
O fogo vai deixar semente
A gente ri a gente chora
Ai ai ai a gente chora
Fazendo a noite parecer um dia
Depois faz acordar cantando
Pra fazer e acontecer
Verdades e mentiras
Faz crer, faz desacreditar de tudo
E depois depois amor ô ô ôô
Ninguém ninguém verá o que eu sonhei
Só você meu amor
Ninguém verá o sonho que eu sonhei
Um sorriso quando acordar
Pintado pelo sol nascente
Na luz de cada olhar mais diferente
Tua chama me ilumina
Me faz virar um astro incandescente
Teu amor faz cometer loucuras
Faz mais, depois faz acordar chorando
Pra fazer e acontecer
Verdades e mentiras
Faz crer, faz desacreditar de tudo
E depois depois do amor
Amor ô ô
Ninguém, Niguém, Niguem Verá o que eu sonhei
Só você meu amor
Ninguem verá o sonho que eu sonhei
Um sorriso quando acordar
Pintado pelo sol nascente
Eu vou te procurar
A luz de cada olhar mais diferente
Tua chama me Ilumina
Me faz virar um astro incandescente
Teu amor faz cometer loucura
Faz mais, depois faz acordar chorando
Pra fazer e acontecer
Verdades e mentiras
Faz crer, faz desacreditar de tudo
E depois depois do amor
Amor Amor
Saudade já não mata a gente
A chama continua no ar
O fogo vai deixar semente
A gente ri a gente chora
Ai ai ai a gente chora
Fazendo a noite parecer um dia
Depois faz acordar cantando
Pra fazer e acontecer
Verdades e mentiras
Faz crer, faz desacreditar de tudo
E depois depois amor ô ô ôô
Ninguém ninguém verá o que eu sonhei
Só você meu amor
Ninguém verá o sonho que eu sonhei
Um sorriso quando acordar
Pintado pelo sol nascente
Na luz de cada olhar mais diferente
Tua chama me ilumina
Me faz virar um astro incandescente
Teu amor faz cometer loucuras
Faz mais, depois faz acordar chorando
Pra fazer e acontecer
Verdades e mentiras
Faz crer, faz desacreditar de tudo
E depois depois do amor
Amor ô ô
Ninguém, Niguém, Niguem Verá o que eu sonhei
Só você meu amor
Ninguem verá o sonho que eu sonhei
Um sorriso quando acordar
Pintado pelo sol nascente
Eu vou te procurar
A luz de cada olhar mais diferente
Tua chama me Ilumina
Me faz virar um astro incandescente
Teu amor faz cometer loucura
Faz mais, depois faz acordar chorando
Pra fazer e acontecer
Verdades e mentiras
Faz crer, faz desacreditar de tudo
E depois depois do amor
Amor Amor
A Seca!!!
Nas patas do meu cavalo, galopei no meu sertão
Vi a seca, vi a fome, lobisomem e assombração
Riacho virou caminho, graveto virou tição
E as pedras queimando em brasa, Asa Branca na amplidão
Nas patas do meu cavalo, galopei no meu sertão
Vi a seca, vi a fome, lobisomem e assombração
Riacho virou caminho, graveto virou tição
E as pedras queimando em brasa, Asa Branca na amplidão
Riacho virou caminho
De pedras ardendo em fogo
No poço secou a água
Menino morreu sem nome
Na Caatinga o homem chora
O boi que morreu de sede
A roça que era verde
A seca torrou garrancho
Riacho virou caminho
De pedras ardendo em fogo
No poço secou a água
Menino morreu sem nome
Na Caatinga o homem chora
O boi que morreu de sede
A roça que era verde
A seca torrou garrancho
Nas patas do meu cavalo, galopei no meu sertão
Vi a seca, vi a fome, lobisomem e assombração
Riacho virou caminho, graveto virou tição
E as pedras queimando em brasa, Asa Branca na amplidão
Senhor, mande chuva pro nordeste
Senhor, mande chuva pro sertão
Vi a seca, vi a fome, lobisomem e assombração
Riacho virou caminho, graveto virou tição
E as pedras queimando em brasa, Asa Branca na amplidão
Nas patas do meu cavalo, galopei no meu sertão
Vi a seca, vi a fome, lobisomem e assombração
Riacho virou caminho, graveto virou tição
E as pedras queimando em brasa, Asa Branca na amplidão
Riacho virou caminho
De pedras ardendo em fogo
No poço secou a água
Menino morreu sem nome
Na Caatinga o homem chora
O boi que morreu de sede
A roça que era verde
A seca torrou garrancho
Riacho virou caminho
De pedras ardendo em fogo
No poço secou a água
Menino morreu sem nome
Na Caatinga o homem chora
O boi que morreu de sede
A roça que era verde
A seca torrou garrancho
Nas patas do meu cavalo, galopei no meu sertão
Vi a seca, vi a fome, lobisomem e assombração
Riacho virou caminho, graveto virou tição
E as pedras queimando em brasa, Asa Branca na amplidão
Senhor, mande chuva pro nordeste
Senhor, mande chuva pro sertão
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